Dia mundial do rock Sexo, Drogas e Rock and Roll

Sexo, Drogas e Rock and Roll" tornou-se praticamente uma tradiçao , por conta de escândalos envolvendo membros de bandas famosas . Muitas histórias de orgias envolvendo os rockstars, , fãs circulam rotineiramente que algumas delas parecem irreais Mas devido a pouca possibilidade de comprovação dessas histórias, resolvemos fazer um levantamento do SEXO como temática em canções de rock. 



Em suas origens, o Rock and Roll foi rotulado pelas burguesia conservadoras por conta do seu sex appeal. A forma como se dançava o ritmo, além de algumas insinuações de duplo sentido, amendrontava uma sociedade americana que não estava preparado para aquel bum trasformador de comportamento . claro que essa tematica não foi exclusividade do rock; os ritmos que deram origem ao gênero, como blues e jazz, já faziam insinuações sexuais em suas letras, deixando de cabelo em pé, os pais de família americanos. 

Nos anos 60, a ospercusorres das temáticas sexuais no rock foram os ROLLING STONES. Com a fama de sempre chegar chutando a porta, a segunda faixa do seu primeiro álbum (1964) foi uma versão da já citada "I Just Want to Make Love to You".
Daí nascia a fama de bad boys que seriam a contraposição aos meninos comportados dos BEATLES. Depois disso, a temática sexual passou a ser recorrente nas canções da banda, sempre trazendo problemas para o grupo. Um ano depois, os Stones regravaram mais um blues de Willie Dixon com fortes insinuações sexuais, "Little Red Rooster". Em 1967, a polêmica chegou ao auge com o lançamento do single "Let's Spend The Night Together" (vamos aproveitar a noite juntos). A banda sofreu uma forte censura, sendo que algumas rádios colocaram o famoso "pi" (bipe para disfarça uma palavra) sobre a palavra "night". Durante uma apresentação no famoso programa de auditório de Ed Sullivan, em Nova Iorque, a banda foi forçada a mudar a letra da para "Let's Spend Some Time Together" (vamos aproveitar algum tempo juntos), causando um grande desconforto entre os membros da banda











 Nos anos 70 a temática sexual no rock se apropriou, mas de uma forma diferente. Ao invés de provocar e pregar a liberdade sexual, algumas das canções passaram a tentar demonstrar uma pretensa virilidade e masculinidade dos membros (sem duplo sentido) da bandas. As bandas que mais apelaram para o lado sexual das canções foram o KISS, AEROSMITH, AC/DC, entre outras. Esses três grupos em especial dificilmente lançavam algum álbum sem que houvesse pelo menos uma faixa com conotação sexual. 




O KISS talvez seja o campeão das músicas de duplo sentido. Isso se deve um pouco ao apetite sexual dos integrantes, que sempre fizeram questão de deixar a imagem de pretensas máquinas do sexo. O segundo álbum da banda traz no título esse espírito da banda, "Hotter Than Hell" (mais quente que o inferno). Em "Dressed to Kill" (1975), a banda faz um convite direto ao prazer em "C'mon and Love Me". No álbum "Rock and Roll Over" (1976), pelo menos seis das dez faixas tem referências sexuais diretas, entre elas: "I Want You", "Calling Dr. Love", "Makin' Love". No álbum seguinte, mais uma vez o Kiss trouxe uma forte insinuação sexual no título. "Love Gun" traz em sua faixa título uma série de trocadilhos que associam o órgão reprodutor masculino a uma arma. Além dela, "Plaster Caster", conta a história de uma famosa groupie que fazia moldes de gesso dos pênis dos rockstars com os quais se relacionava. 






O AEROSMITH também se notabilizou por canções de cunho sexual. Talvez a primeira canção do grupo a demonstrar esse espírito tenha saído em "Toys in the Attic" (1975). A faixa "Big Ten Inch Record", faz menção ao tamanho do membro de uns dos membros do grupo. A faixa trata-se, no entanto, de uma regravação de um dos primeiros blues gravados no começo de século XX. No álbum seguinte, "Rocks" (1976), a faixa "Back in the Saddle" conta uma história de um cowboy que anda atrás de aventuras. A canção traz uma série de trocadilhos, fazendo associações entre armas e o pênis. Mais recentemente o AEROSMITH ressaltou esse lado sexual de suas letras, principalmente a partir de fins dos anos 80 (com "Rag Doll", "Dude (Looks Like a Lady)" e "Love in Elevator"). No AC/DC, Bon Scott era o garanhão da banda. 

Ele tinha o fetiche de escrever algumas das suas experiências sexuais em suas letras. A mais conhecida delas está descrita em "Whole Lotta Rosie", lançada no "Let There Be Rock" (1977), como um encontro "amoroso" de Scott com uma mulher de grandes proporções (gorda, para ser mais direto). Conta a lenda que, anos mais tarde, Scott reencontrou a tal mulher que havia emagrecido muito, o que












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